WhatsApp em grupo: pecados, diferenças e semelhanças entre família e trabalho!

As redes sociais são absolutamente uma facilidade na nossa vida e na nossa rotina sobretudo o WhatsApp que é uma das mais usadas, bacanas, práticas e funcionais, mas como usá-la adequadamente sem perder o juízo!

Genial quem criou o grupo no WhatsApp para melhorar a comunicação em massa e até aproximar as pessoas, sejam na vida pessoal ou no trabalho.

Quando tudo começou era legal compartilhar com a família alguns momentos principalmente daqueles que não víamos há algum tempo. O nascimento de um filho, uma conquista, a casa nova, uma viagem. Compartilhar fotos, comentários, dicas e tudo o mais.

O trabalho com o WhatsApp em grupos ajuda a gestão a ficar mais alinhada com a equipe e com as ações que precisam acontecer, o que melhorou muito tanto o acompanhamento quanto a comunicação entre as pessoas.

As tomadas de decisão ficaram mais assertivas já que podem ser discutidas entre os envolvidos e um “ouve” o outro é até discute para um acordo comum. Um exemplo de como pode ser positiva essa adaptação e o quanto pode facilitar a comunicação empresarial utilizando um recurso tecnológico tão acessível.

Ainda no trabalho, os grupos permitem abrir várias frentes de negócio: comerciais, troca de informações e conhecimentos, aproximação entre pessoas, gestão e gestores, equipe e clientes. Até uma proposta de negócio pode ser ajustada antes de protocolada.

Porém esse cenário foi se adaptando e mudou completamente. A criatividade começou a tomar conta desse recurso o que pode ser um perigo, pois pode colocou, o que vinha sendo uma ótima solução, em algo que se perdeu de alguma maneira.

Usuários estão misturando os assuntos nesses grupos, tanto pessoal quanto profissionalmente onde comentários que só pessoas próximas e íntimas aprovariam estão indo para o grupo das empresas!

O que faz uma pessoa acreditar que todos os integrantes de um grupo de WhatsApp estão interessados em receber um “report” diário do que comeu, o que não comeu, que roupa está usando, aquela promoção. Das mais de 200 pessoas em um grupo em que não esteja pessoas muito próximas ou a sua família acreditar que todos estão interessados ou tem tempo para interagir com a rotina pode ser um sinal até de ingenuidade.

Mais da metade das pessoas não respondem e leem as mensagens porque estão sem tempo para isso devido as demandas da vida. Alguns apagam sem ler e tem vontade de sair do grupo, mas não o fazem. Preferem esperar uma boa oportunidade para isso e não correrem o risco de passarem a imagem de antipáticos, sem graça ou sem esportiva.

Há sim o livre arbítrio! Cada um entra no grupo que quer e se mantém ou não nele, porém muitos ainda são colocados à revelia em algum grupo sem terem sido convidados para isso. A cada dia um novo grupo. A cada dia mais mensagens desnecessárias diferentes daquelas de alta relevância.

Não dá nem pra reclamar, pois as pessoas que o fizeram achavam que estavam sendo gentis. E estavam. Dá sim pra ficar feliz ao ser incluído em um grupo. Você pensa: poxa lembraram de mim. Mas essa sensação passa, principalmente quando vem o primeiro bom dia numa sequência de inúmeros sem haver uma continuidade na conversa. Apenas vários “bons dias”.

Nesse momento utiliza-se o recurso silenciar grupo por um ano, mas ele continua a encher sua memória e, além disso, vai que haja uma mensagem importante?

Isso sem falar nas listas de reprodução. Eu não tenho interesse em kimono! Eu não sou potencial compradora de um! E não dá nem para bloquear as pessoas, porque na sua grande maioria são amigos queridos ou família! Complicado! Aí você espera alguém se manifestar ou sofre calado para o bem do relacionamento social.

Fotos de filhos recém-nascidos ou não (amo e teria mais de meia dúzia deles na minha casa) são para ser apresentados aos mais chegados ou até uma ou outra página pessoal.

No WhatsApp profissional não dá!

Para um amigo dá, mas com parcimônia. Ninguém tem a capacidade de ver beleza incondicional em “sua cria” a não ser você mesmo! De novo, filho é demais tá!?

As interrogações depois de uma pergunta não são bem vindos. Se as pessoas não respondem é porque: 1) não querem
2) não sabem
3) estão esperando alguém se manifestar.
Ficar mandando ???? até alguém responder é chato e indelicado.

Vídeos que se repetem; quando você pensar em postar um, saiba que ao menos 50% das pessoas já viram. Isso não é novidade! Estamos conectados e tudo acontece rapidamente inclusive alguém falando de você no particular: nossa você viu as mensagens dessa pessoa?

Piadas de mulher pra homem e vice versa, de bebidas alcoólicas e política. Nem bem a esposa de um tinha falecido já estava lá a piada em todos os grupos de família à trabalho.

E aquele “deixe seu amém”…oi? Eu?

O horário de postagem? É angustiante receber no meio da noite o “priiiiim” e é angustiante deixar no modo avião e não recebê-lo. Afinal as piores mensagens e não necessariamente as trágicas vem de madrugada. Devia ter uma agenda de postagem que nem tem no face. #ficaadica

Nada contra os anjos e santos, mas corrente!!!??? Perdoe sua avó, bisavó e tataravó (se elas fossem vivas) e olhe lá! Deus não sabe o que é WhatsApp, Ele está mais interessado em você, no seu caráter, no seu posicionamento e na sua conduta. Ah, mas verdade, tem o livre arbítrio onde cada um faz o que bem entende.

Mas, se fosse pecado pecar no WhatsApp, muitos iriam parar naquele lugar que não ouso falar!

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