Ter um programa de avaliação periódica não só do desempenho, mas da satisfação do colaborador. Acompanhar e incentivar o bom desempenho do colaborador é fundamental, mas como está o nível de satisfação em estar na empresa? Pessoas felizes e motivadas produzem melhores resultados, são mais criativas, incentivam outros colaboradores a serem mais engajados e promovem a empresa para outros clientes e para o mercado. Esse é um ciclo de confirmação e posicionamento de boa cultura empresarial e gestão de pessoas nas empresas.

⁃ Planos de carreira consistentes e que façam sentido ao funcionário “talento”. Você sabe o que ele quer da vida profissional e o que espera da sua empresa? Quantas vezes você gestor perguntou a cada um dos seus colaboradores o que eles esperam de você e da empresa e que tipo de contribuição estar ali trabalhando dia a dia irá de verdade contribuir com a vida e carreira dele? Inclua estes questionamentos na sua agenda e você irá se surpreender com você mesmo e com as pessoas. Ser “legal” com consistência e pragmatismo é muito gratificante.

⁃ Pacote de benefícios… ah, eles são tão importantes! Pense em várias saídas como cursos de língua estrangeira ou o benefício “cultura”, livros, cursos ainda que on line, gincanas internas com prêmios que podem se estender para a família dos colaboradores, participação em eventos do seu setor entre outros. Os benefícios nem sempre são dinheiro!

⁃ Mais presença dos gestores e diretores nas tomadas de decisão evitando o “turismo corporativo”. Um gestor que gerencia pelo silêncio, ou seja, não elogia e só conversa com o colaborador quando há algo errado ou ainda que só “dá uma passada” na empresa 2 vezes por semana corre o sério risco de perder o controle do negócio e, ainda pior, ver sua empresa ser gerida por outras pessoas e do jeito delas. Entenda que ser reconhecido no ambiente corporativo como um gestor que não gerencia pessoas, causa ruídos e compromete os relacionamentos. Se um gestor não gerencia as pessoas e a empresa, será gerenciado por elas … e do jeito delas.

⁃ Colaboração mútua ou o famoso “ganha-ganha”. Mas o que seria isso? Há um grande descompasso quando se trata de parcerias corporativas. Ser parceiro não é trabalhar para o outro, não é ser sócio do outro, não é desigualdade. Parceria é equilíbrio e troca. Eu sou bom em algo e você em outro algo e nós juntos somos ótimos porque nos completamos. Você me apoia e eu te apoio. Pronto! Simples assim. O que acontece é que a parceria nem sempre é vista como algo complementar e muitas vezes é utilizada como um meio de “tirar” do outro mais trabalho por menos necessidade de reconhecimento e troca. Se você tem uma empresa, não trate seus colaboradores como parceiros! Trate-os como pessoas que irão complementar o que falta em você e isso será uma troca justa, digna e legítima.

⁃ Transparência de indicadores que pode colocar toda a sua credibilidade em “cheque”. Claro que um gestor não precisa dizer o quanto ganha, mas mudar regras do jogo no meio do caminho irá fragilizar sua credibilidade perante a equipe. É muito comum no ambiente corporativo, empresas não organizarem suas metas anuais e revisar a cada 3 meses! Se isso acontecesse e houvesse comunicação aos colaboradores, muitos ruídos deixariam de existir. Esse comportamento acontecesse porque alguns gestores sentem-se inseguros em dividir metas com a equipe acreditando que estão expondo suas contas e possíveis ganhos pessoais. Bobagem! Pessoas maduras tratam outras pessoas como adultos.

Se você quer mesmo que sua empresa cresça e você quer ser reconhecido como um gestor inspirador, reveja suas ações e estratégias de gestão de pessoas e não tenha medo. Estude, organize-se e municie-se de conhecimento. Sua empresa e as pessoas irão te agradecer.

“Empresas e empreendedores devem entender as necessidades e os desejos reais de seus colaboradores e clientes para, então, servi-los de forma eficaz e justa.” (Fred Kofman)

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